Acervo de experiências · Ecoar Sistemas Regenerativos

O trabalho fala
pelo território.

Um registro vivo de agroflorestas, projetos, manejos, capacitações e processos acompanhados pela Ecoar em diferentes territórios do Brasil.

8estados de atuação
30+municípios no Ceará
100+experiências e áreas na trajetória técnica

Uma seleção do que merece ser contado com mais profundidade.

Portfólio Vivo

Experiências no território.

Selecione no mapa um estado destacado. Depois, escolha a experiência que deseja acompanhar.

Mapa do Ceará

Escolha uma
experiência.

Os pontos organizam os trabalhos por município. Experiências publicadas aparecem em amarelo; os registros que ainda receberão cadernos de campo são sinalizados por sementes.

Mapa dos municípios do Ceará
3Independência3 experiências · EFA Dom Fragoso2Hidrolândia1 publicada · 1 em construção
🌱BeberibeCapacitação · em construção
🌱Viçosa do CearáImplantação · em construção
🌱JardimÁrea de referência · em construção
🌱JaguaruanaSede CE · em construção

Base cartográfica: Raphael Lorenzeto de Abreu · CC BY 2.5

Litoral e RMF9 municípiosIbiapaba e Maciço7 municípiosSertão7 municípiosJaguaribe e Centro-Sul7 municípios
Experiência selecionada🌱 Em construção

Município selecionado

CEIndependência

3 experiências publicadas

Escolha uma experiência para entrar no território e acompanhar o trabalho.

Vista aérea da turma na área agroflorestal implantada na EFA Dom Fragoso.01
EFA Dom Fragoso · Independência

Agrofloresta de sequeiro: aprender fazendo

Capacitação e implantação participativa

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Mutirão de implantação agroflorestal visto do alto na EFA Dom Fragoso.02
EFA Dom Fragoso · Independência

Alimento no Semiárido · PT 1

Capacitação, desenho e implantação agroflorestal

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Turma reunida ao final da Oficina de Manejo de Sistemas Agroflorestais.03
EFA Dom Fragoso · Independência

Alimento no Semiárido · PT 2

Oficina de manejo e acompanhamento continuado

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Em construção Mato Grosso · Minas Gerais · Piauí e novos territórios serão ativados conforme suas experiências forem catalogadas.

Estudantes e famílias distribuídos nas linhas durante a implantação coletiva do sistema.
Jovens apresentando o modelo produtivo elaborado durante a etapa teórica da capacitação.
Detalhe de palma, mudas, sementes e cobertura organizadas para conservar água e alimentar o solo.

CEARÁ · PROJETO ALIMENTO NO SEMIÁRIDO

Alimento no
Semiárido

EFA Dom Fragoso · primeira etapa

A experiência

Uma unidade pedagógica
para aprender e multiplicar.

Ilustração de famílias e estudantes preparando e plantando uma unidade agroflorestal no semiárido.

Na primeira etapa da formação do Projeto Alimento no Semiárido, Alexandre Caíque conduziu uma capacitação em sistemas agroflorestais para estudantes da EFA Dom Fragoso e familiares agricultores, em Independência.

O percurso combinou leitura territorial, teoria, desenho participativo e implantação. Cerca de 27 estudantes do curso técnico em agropecuária participaram da construção de um modelo adaptado à Caatinga, enquanto as famílias relacionaram os princípios apresentados às próprias áreas produtivas.

Na unidade da escola, uma área anteriormente utilizada como horta foi organizada com linhas no sentido norte–sul, canteiros côncavos para concentrar água, adubação com recursos locais e cobertura de biomassa. Palma, babosa, gliricídia, milho, jerimum e sementes de espécies florestais passaram a cumprir funções de produção, proteção do solo, geração de biomassa e alimentação.

O sistema foi concebido como referência pedagógica e como ponto de partida para outras unidades conduzidas pelas famílias. Sua continuidade está documentada no portfólio como Alimento no Semiárido · PT 2.

Assistir ao SAF VLOG ↗Ver publicação do projeto ↗
Território
EFA Dom Fragoso · Independência
Projeto
Alimento no Semiárido
Realização
Avuar Social · antiga We World Brasil
Condução técnica
Alexandre Caíque · Ecoar

Percurso formativo

Da escuta
à multiplicação.

A experiência aproximou gerações, conhecimento técnico e prática agrícola para criar um modelo apropriável pelas famílias.

Painel coletivo reunindo conhecimentos, perguntas e expectativas trazidas pelos participantes.
01

Escutar e reconhecer

A formação começou pelos conhecimentos da turma, pela leitura da escola e pelas condições de solo, água, luz e produção do território.

Jovens apresentando o modelo produtivo elaborado durante a etapa teórica da capacitação.
02

Desenhar coletivamente

Estudantes e famílias transformaram objetivos produtivos em consórcios e croquis, discutindo espécies, funções, espaçamentos e orientação das linhas.

Estudantes e famílias distribuídos nas linhas durante a implantação coletiva do sistema.
03

Preparar e implantar

O desenho ganhou escala no terreno com marcação, preparo manual, adubação, canteiros côncavos, cobertura e plantio em mutirão.

Detalhe de palma, mudas, sementes e cobertura organizadas para conservar água e alimentar o solo.
04

Cuidar e multiplicar

A unidade da escola foi criada como espaço de aprendizagem e referência para sistemas que seriam adaptados pelas famílias em suas propriedades.

O modelo no território

Conservar água.
Cobrir o solo. Diversificar.

O desenho respondeu às condições do semiárido com canteiros que captam e concentram água, cobertura densa e espécies que cumprem várias funções. O croqui técnico e a implantação coletiva aparecem lado a lado.

Croqui técnico do consórcio, com posições, espaçamentos e funções das espécies no sistema.
01Modelo agroflorestal
Área ao fim do dia, durante a organização do espaço que receberia as linhas agroflorestais.
02Preparação do terreno
Canteiro côncavo protegido por biomassa, com espécies adaptadas ao sequeiro já plantadas.
03Linha implantada
Detalhe de palma, mudas, sementes e cobertura organizadas para conservar água e alimentar o solo.
04Diversidade no canteiro

Implantação e continuidade

Uma referência
que começa a crescer.

A vista aérea revela a força do mutirão e o desenho completo das linhas. Trinta e quatro dias depois, os registros de acompanhamento documentaram o desenvolvimento inicial do consórcio mesmo em meio à paisagem seca.

Ver o sistema com 34 dias ↗
Canteiro côncavo protegido por biomassa, com espécies adaptadas ao sequeiro já plantadas.
Linha implantada
Vista do sistema 34 dias após a implantação, com as linhas verdes se destacando na paisagem seca.
34 dias · visão geral
Milho, abóbora e outras espécies crescendo entre a biomassa que protege o canteiro.
34 dias · diversidade
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Agrofloresta, juventude rural e convivência com o semiárido

Independência · Ceará · Caatinga
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